Migração: Recolocações a partir de Itália e da Grécia

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A Comissão adotou o seu 14.º relatório sobre os progressos realizados no que diz respeito à recolocação na UE de requerentes de asilo e à reinstalação de refugiados provenientes de países fora da UE.

Portugal tinha recebido, até segunda-feira, 1.400 refugiados recolocados a partir da Grécia (1.101) e de Itália (299), segundo o 14.º relatório hoje divulgado pela Comissão Europeia.
O compromisso assumido por Portugal é de receber 2.951 refugiados provenientes da Grécia e de Itália, no âmbito do programa de recolocações.

Segundo este relatório, o ritmo de recolocação tem continuado a aumentar nos últimos meses, tendo sido verificadas mais de 1.000 recolocações por mês desde novembro de 2016, com junho de 2017 a representar um novo recorde mensal, com mais de 3.000 recolocações.

Com as recolocações a atingir níveis recorde em junho (com mais de 2000 recolocados a partir da Grécia e quase 1000 a partir de Itália) e com quase todos os Estados-Membros a comprometerem-se a transferir regularmente, continua a ser possível recolocar todas as pessoas elegíveis antes do mês de setembro. No entanto, são necessários mais esforços para acelerar as transferências a partir de Itália, sobretudo tendo em conta a atual situação no Mediterrâneo Central. Entretanto, continuam a ser feitos bons progressos em matéria de reinstalação e a Comissão lançou um novo exercício de estimativa para reinstalar as pessoas mais vulneráveis provenientes da Líbia, Egito, Níger, Etiópia e Sudão, enquanto se continua com a reinstalação de pessoas provenientes da Turquia.

O ritmo de recolocação tem continuado a aumentar nos últimos meses, tendo sido verificadas mais de 1000 recolocações por mês desde novembro de 2016, com junho de 2017 a representar um novo recorde mensal, com mais de 3000 recolocações. Em 24 de julho, o número total de recolocações elevava-se a 24 676 pessoas (16 803 a partir da Grécia e 7873 a partir de Itália).