FSE ajudou quase 10 milhões de europeus a encontrar um emprego

A Comissão Europeia publicou hoje um relatório de avaliação dos investimentos realizados ao abrigo do Fundo Social Europeu (FSE) durante o período 2007-2013, acompanhado de relatórios relativos a cada Estado-Membro.

O relatório revela que até finais de 2014, pelo menos 9,4 milhões de residentes europeus tinham encontrado emprego com o apoio do FSE e 8, 7 milhões adquiriram uma qualificação ou um certificado. Outros resultados positivos, como o reforço das competências, beneficiaram 13,7 milhões de pessoas.

Os Estados-Membros beneficiaram de importantes recursos financeiros adicionais disponibilizados ao abrigo do FSE para fazer face aos desafios em matéria social e de emprego, para chegar às populações e para definir políticas que, de outro modo, dificilmente teriam obtido apoio financeiro. Assim, por exemplo, o FSE cobriu mais de 70 % dos recursos necessários para a implementação de medidas ativas do mercado de trabalho na Bulgária, Estónia, Grécia, Letónia, Lituânia, Malta, Roménia e Eslováquia e mais de 5 % da despesa com educação e formação em Portugal e na República Checa.

O FSE desempenhou um papel essencial no apoio à modernização dos serviços públicos de emprego e de outras instituições responsáveis pelas medidas ativas do mercado de trabalho. Nas regiões menos desenvolvidas, o FSE apoiou as reformas dos sistemas educativos, judiciais e da administração pública. Deu, assim, um importante impulso à envolvente empresarial e à construção de sociedades mais inclusivas.

O Fundo Social Europeu (FSE) é o mais antigo fundo da UE, criado pelo Tratado de Roma em 1957 e a principal de ferramenta de que a Europa dispõe para investir em capital humano através da promoção do emprego e da inclusão social. O Fundo tem por prioridades ajudar as pessoas a encontrar um emprego (ou um emprego melhor do que aquele que têm), integrar as pessoas desfavorecidas e proporcionar a todos oportunidades de vida mais equitativas.